A calculadora acompanha duas carteiras lado a lado, mês a mês, com os mesmos dados.
A primeira é a ideal, sem custo nenhum. É exatamente a conta da calculadora de juros compostos, então com os mesmos dados dá o mesmo número:
ideal = ideal × (1 + rentabilidade anual / 12) + aporte
A segunda é a real. Todo mês cresce do mesmo jeito, mas depois paga a taxa sobre todo o saldo e, nas datas em que o seu regime de imposto cobra algo, esse imposto:
real = real × (1 + rentabilidade anual / 12)
real = real − real × taxa / 12 + aporte
real = real − imposto do período (quando houver)
No fim, aplica-se o imposto do resgate sobre o ganho que ainda não foi tributado. A diferença entre as duas carteiras é o custo total, e ela tem duas partes: o que você pagou diretamente, em taxas e impostos, e o crescimento que esse dinheiro teria gerado se tivesse ficado investido. Essa segunda parte são os juros compostos negativos, e com taxas altas e prazos longos costuma ser a maior das duas.
